segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Rock n Roll virou Pop-Up e atitude marca de roupa ou nome de blog



Posso explicar melhor esse título. Hoje, li uma matéria de uma mulher nascida e formada na China. Lá, no texto da matéria, ela falava de que ainda era muito cedo para se cobrar do mundo oriental noções de Democracia e Liberdade. Pois bem, no caso da música está acontecendo o efeito inverso. Aqui, no Brasil, tínhamos músicos e ou bandas atuantes na política, na defesa dos valores da população e a favor da liberdade. Hoje, o dinheiro público permeia toda a esfera artística e os “bundas de pereba” que a gente encontra no rock e no rap só falam de besteiras. Bando de Emo, bem nascidos, falando inglês, comendo crepe e tomando Stella Artois.

Vou expor aqui: meu maior medo é que meu filho vire Emo. E, a cada dia, me asseguro mais que todos, na faixa etária (alguns também serve a mental) de 10 a 18 anos, estão seguindo a ideologia emo. Quer dizer, sem ideologia alguma. Mas isso é assunto que podemos discutir algum dia com um latão de pitu e um prato de sarapatel. O que gostaria de me ater nessa volta a este monólogo em banda larga é a extinção dos artistas com opinião e com algum conteúdo político e social.

O ciclo é bem fácil de entender: Todos ganham verbas públicas para gravar discos, fazer turnês, DVD, camisa, boné, o escambau e depois quem vai abrir a boca pra falar do financiador? Isso mesmo, ninguém. O fato é que o dinheiro público deve ir para a cultura como vai para a saúde, para a segurança, para todas as esferas do convívio social. Quem aí ouviu algum músico, banda, vocalista bêbado em festa ou até baterista preso falar do escândalo de Sarney? Quem viu algum produtor de banda, agente ou DJ carioca se posicionar sobre o que aconteceu com um dos coordenadores do Afro Reggae, Evandro? Ninguém!

O ministro do Meio-Ambiente apareceu defendendo uma postura sobre a maconha e suas co-relações com a sociedade, e foi recriminado. Quem dos artistas fumadores de maconha foram à imprensa defender tal postura, louvável, de um gestor público? Ninguém! Pois é. O caso é mais grave do que se vê. Não é a MTV considerar a melhor banda de rock do Brasil ser Fresno, NXZero ou Forfun, sei lá. O problema é que estamos formando artistas de porcelana, roqueiros de Poup-Up e homens sem valor.
E o pior é que esse vírus é mais “brabo” que o Influenza A (h1n1), ele corrompe artistas e pilares já consagrados. Marcelo D2, há alguns anos, creio que sairia em defesa do Carlos Minc. Acho que Marisa Monte também, Arnaldo Antunes, ou quem sabe até Gilberto Gil. Mas todos não querem ofender a mãe Estado. Nenhum vai dizer que é a favor da legalização ou descriminalização da “massa”. Ou, que o Rio não tem condições alguma de realizar uma Olimpíada com segurança, e que o orçamento do Pan-Americano foi excedido em 300%. Que isso é lavagem de dinheiro público. Quem vai dizer? Se disser, fica sem o “seu” no fim da partilha.

Enfim, acredito que fazer arte não é imagem. Não é ganhar grana e tocar em festivais e praças públicas, nem muito menos ser ovacionado por fazer uma música bonita pra sua “boizinha”. Para mim, a arte, a música é uma ferramenta de mudança. Um instrumento político e social, como já foi visto nos anos 60/70 com os hippies, ou nos anos 80/90 no Brasil contra a AIDS e a favor das diretas. Como já tivemos nomes como Ave Sangria, Cazuza, Chico Buarque, Caetano, O Rappa, Planet Hemp, Paralamas do Sucesso, Titãs, Chico Science e Nação Zumbi, entre outros, que sempre opinaram sobre as questões políticas e de interesse público. Aqueles que usavam a fama para alertar e defender pensamentos e ideais necessários para a sociedade. Nada. O que é mais curioso é o fato de muitos desses ainda estarem na ativa. Porém, com outras ambições e com isso forma novos artistas com ambições apenas financeiras o que torna a arte um cabide de emprego. Foi triste!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Uma historinha pra Bernardo!



Estava eu, depois de um dia inteiro de trabalho, brincado com meu filho, às 20h40, no sofá da minha casa. Quando ele começa a apresentar sinais de embriagues por estar acometido de muito sono. Tratando-se do meu filho (quem o conhece sabe do que estou falando), está na hora de dormir!

E para convencê-lo a entrar no quarto e se dispor a escutar uma historinha, tem que ser uma história muito boa. Pois bem!

Resolvi dividi-la (a história) com vocês. Minhas amigas e amigos íntimos que lêem esse monólogo em banda larga (gostei desse termo). Lá vai!

A história do caranguejo que sabia tocar bateria e surfar ao mesmo tempo.!!


- Era uma vez um caranguejo (começo) que todos os dias ia para sua escolinha, de manhã, brincava com os coleguinhas e obedecia a tia.

Ele pergunta:
- E quem eram os animais coleguinhas do caranguejo?

- Era Rodrigo caramujo, o caracol, vários amiguinhos!

A alma:
- E a tia? Quem era?

- Era o tio!

Ele levanta a cabeça (até agora encostada no meu ombro) e pergunta com cara de espanto?

- Era um tio era! Por quê?

- Era o tio Lagostão! Ele é igual ao professor “Girafales” do desenho do Chaves. Só que sendo uma lagosta!
(repondo eu de bate-pronto)

Ele reclina mais a cabeça em mim e solta os braços no ar.

- E depois da escola (prossigo), ele gostava de brincar de tocar bateria. E tocava muito tempo até parar só por motivo: Ele, toda vez que via a praia, tinha muita vontade de surfar.

- Então um dia ele pensou: Vou surfar e tocar bateria ao mesmo tempo! E todos perguntaram: Mas como você vai fazer isso? E ele respondeu: Fácil, tenho oito patas! Com duas eu piso na prancha. Com outras quatro eu toco bateria e com as duas que sobram me equilibro e faço pose. Disse o caranguejo.

- A primeira vez que ele tentou não deu certo. A bateria não cabia em cima da prancha. Então ele fez uma prancha redonda e grande. Mas quando tentou entrar no mar com ela, a bateria se desfez inteira com a força da água. Assim, o caranguejo ficou muito triste.


- Até que um dia, depois de muito praticar e insistir, apareceu para ele a fada feiticeira da música. E ela lhe disse que poderia dar a ele uma bateria mágica. E que com ela ele poderia surfar e tocar bateria ao mesmo tempo.

Cantei uma música: porque todas as historinhas tem que ter uma musiquinha? Se não ele pergunta por que não tem, e nesse tempo ele pode acordar.

Era mais ou menos assim: “Seu caranguejo eu vou lhe dar uma bateria mágica! Uma bateria mágica, mágica...”

- O caranguejo ficou muito feliz e perguntou o que tinha de fazer para conseguir essa bateria mágica. E a fada da música respondeu: “Vou te dar essa bateria e você só vai precisar tocar sua música e ser feliz”. Só basta fazer isso! Perguntou o caranguejo e a fada disse que sim e lhe deu a bateria mágica.

- Assim, o caranguejo pegou aquela bateria e se jogou no mar. E a partir daquele dia, o caranguejo conseguiu surfar, tocar bateria e ser muito feliz!


O Da lama ao caos é o disco que ele mais gosta de ouvir e serve muito bem para ilustrar o texto. Os caras que fizeram esse disco também foram agraciados pela fada no texto citada, e com os louros da dedicação TOTAL, conseguiram se jogar no oceano tocando a música deles e sendo felizes.

Dá-lhe!

20/07/2009

sexta-feira, 10 de julho de 2009

A diferença do gay para o fresco!


De volta aqui às coisas menos importantes, gostaria de divagar um pouco sobre algo que entrou em discussão no casamento de um membro da nobre e seleta casta do G8. A diferença do gay para o fresco. Digo logo, que aqui não tenho a menor intenção de transbordar a tigela do machismo. Mas pretendo falar sobre a ótica da razão (a minha lógico).

Pois bem. Para situar a todos, a conversa começou a cerca da opinião de muitos na mesa, e nessa hora pasmem, mulheres, sobre a masculinidade de uma jovem revelação do futebol pernambucano, e jogador do Sport. Meninas diziam que o rapaz era gay pois usava camisas fora dos padrões masculinos normais (não com essas palavras, mas vou por assim para facilitar), e também que era, de certa forma, frágil em campo.

Logo o primeiro foi em defesa do jogador, e por conseqüência do time:
- Eu acho que ele não é bicha. Acho que ele é muito vaidoso. É fresco!

Pronto. Começa ai o que decidi me ater. De fato, acho que no caso do jovem não se trata de uma viadagem mesmo. Creio que seja um caso de frescura, mas aquela frescura que descende do termo Fresco. Sim, pois o fresco é muito diferente do gay. O garoto veio do interior, criado perto da mãe e com poucas amizades, já que muito jovem decidiu se dedicar exclusivamente ao futebol. Outro fator que voga é que muito cedo obteve certo reconhecimento e retorno financeiro e isso pode ter causado certa confusão na cabeça do menino.

Mas de fato ele é excessivamente vaidoso, fato que assegura a presença da frescura. Isso porque o fresco, às vezes, por que eu não boto a mão no fogo por ninguém, não tem excitação por homens ou se mostra claramente afeminado (mudar de voz por exemplo). O fresco na sua cabeça de fresco, crê que aquela estética delicada, extravagante e “moderna” cativa garotas e trás status.

Vou ser mais claro: O português Cristiano Ronaldo, jogador do Real Madrid, é um exemplar de uma lapa de fresco. Camisas apertadas, extravagantes, óculos suspeitos, poses para retratos, farras com modelos e nenhum escândalo de bebedeira ou prostitutas. Olha aí. Cristiano Ronaldo é gay? Isso ninguém diz. Mas o menino de Salgueiro todos querem taxar o cabra de “bicha” (aqui só como efeito de sinonimo).

Pois bem, termino aqui minha linha de raciocínio com uma pergunta. Você minha senhora dona de casa, já comeu um fresco?

Chora cavaco!!!!!

Cadê o teu senso de humor e o teu censo ta bem?

Dá-lhe!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Cadê teu diploma!!!!!!


Diga lá! Como é que é! E ai Rapaziada! Voltando ao desinteresse público o Boola Preta está na Área. Depois de um longo período de férias forçadas vemos divagar aqui sobre algo que me chamou bastante a atenção nesses últimos dias. O caso é a liberação do diploma para o exercício da profissão do jornalismo.

Bicho, isso era pra parar redações por todo o país, apresentadores se negarem a apresentar seus respectivos telejornais, essas coisas. Tudo bem, parar redações pode ser demais, mas pelo menos algum pronunciamento de ojeriza a essa decisão é obrigação. Em minha opinião. Porém, não foi o que aconteceu! Alguém viu algum jornalista falar em seu próprio nome em algum canal de TV, rádio ou em algum jornal diário! Eu não vi!

Não e trata de defesa em causa própria, acontece que todas as profissões têm suas particularidades e os que as escolhem devem saber dos apetrechos básicos de uso de tal ferramenta. Brother, jornalismo não é arte, nem é brincadeira. O Supremo, congresso e todos que teimam em lutar desta forma arbitrária contra a imprensa atual que joga no ventilador todos os escândalos que por anos foram ocultados, esses camaradas vão se dar mal. Pode crer que vão!

O meu primeiro adorno é o seguinte: se você não gosta de estudar, nem de escrever, mas tem bunda e peitos belos (isso para as mulheres é claro) pronto! Antes lhe faltava 4 anos de desfile em universidades particulares, mas agora não lhe falta mais nada. Só pegar um senador de Alagoas, ter um filho com ele. E pronto! Na verdade, neste momento desisto de argumentar sobre o caminho masculino até as redações e TVs. Agora basta ser filho, sobrinho, cunhado, primo, ou até amigo do enteado do Sarney. Olha ai!

No mais, acho que essa passividade do jornalismo brasileiro abre lacunas para a ode à desonestidade e à incompetência que vamos acompanhar a partir de agora. Viva às Adrianes Galisteu e Renata Fun da vida, aos Robson Caetano e os Nelson Rubens. Vamos todos nos deixar levar pela idiotice e pela mediocridade da imprensa brasileira e seremos felizes nos nossos currais eleitorais. Nossos ou deles!!!!

Até!!!!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Uma reflexão sobre o cigarro (Ode aos fumantes)



Opa!!!

Direto ao assunto. Hoje não tem nariz de cera. Alguém aí, dentro da tela, já parou de fumar? Puta merda, que bela sensação a de ser um ex-fumante. É uma beleza você encontrar aquele amigo ex-fumante safado, que sempre te pedia cigarro, mas nunca comprava, e quando você passa dez minutos conversando e não acende o cigarro ele pergunta:

- Parasse de fumar foi?

E o cara quase babando e pulando no pescoço da verdade responde:

- Oxe! Faz é tempo!
- Foi mesmo? Que bom! Desde quando?
- Sabe, nem lembro a última vez que fumei. Acho que faz umas duas semanas.
- Porra! Que massa! É muito melhor visse. A pessoa se sente bem mais disposta.

Pronto. Que beleza de sensação. Acho que a maioria dos fumantes só pára de fumar para ouvir esse tipo de coisa. Ainda dá vontade de responder:

- É mesmo! Estou bem melhor agora!

Mas esses putos desses fumantes safados é que mantêm a indústria do cigarro. Pelo menos essa é a minha teoria. Veja mesmo: o camarada não compra. Só quando vai passar um fim de semana na praia, ou uma festa à noite na casa de alguém, essa jóia rara chega com uma carteira de Hollywood. Isso, quando não é o fumante safado metido à saudável que compra o light por que é mais “fraco”. E o pior é que eles não entendem que os fumantes verdadeiros não vivem sem cigarro. Bem diferente deles, que fumam sei lá por que.

Ai é que reside o meu argumento mais enfático. O verdadeiro fumante, aquele que guarda o último cigarro para a hora de dormir. Que conta quantos cigarros restam quando a carteira já está amassável, e que não consegue negar quando os mendigos (também fumantes de verdade) lhe pedem. Esse fumante se ele parar de fumar não vai ser só um a menos para a indústria do fumo. Mas toda uma rede que ele sustentava. Isso mesmo.

Mas veja só a reviravolta no caso: O fumante-safado vai procurar outra fonte. Ele não vai parar de fumar, não vai. Ele vai criar um vínculo maior de amizade com outro fumante de verdade. Tô dizendo! Vai sim. Pode botar fé! Aposto como um torcedor do Internacional de Porto Alegre apostando numa goleada do seu time contra o Náutico. É certeza. E o pior. Esse outro fumante de verdade vai consumir mais e vai se sentir menos saciado, então aos poucos ele vai fumando mais quando está sozinho e depois não agüentará mais aquele amigo filho da puta.

Está disposta aí a minha linha de raciocínio. Fumantes de verdade, não dêem cigarros, nem “rachem” carteiras (outra tática utilizada pelo safado). Você estará contribuindo para o Ministério da Saúde, e quem sabe assim, essa minha política sendo adotada, daqui a umas 20 anos, o preço dos impostos sobre o cigarro diminua e os fumantes de verdade vão poder morrer em paz.

Dedico esse texto a todos os fumantes de verdade e assino aqui a minha despedida, com um verso:


Levo comigo o gosto do meu último trago e o cheiro que carreguei por 12 anos. Levarei comigo meus costumes e momentos bons e ruins. Assinarei na minha lápide, com espátulas de prazer: Aqui Jaz um fumante de verdade, que desse mal não pôde morrer.”
Biu Salazar.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Meu vizinho roubou um dinossauro do meu quintal




De volta a esculhambação organizada, depois de alguns dias de trabalho (confesso que estava enferrujado), o Boola Preta tá na ativa. E os olhos vermelhos? A esses olhos...

Pois bem. Em uma leitura, num dia desses, me deparei com a manchete na revista: Uma Receita para fazer dinossauros. Pronto! Pensei eu, la vem outro doido dizer que os dinossauros podem ser recriados e coisa e tal. Eu confesso também, que não desacredito de todo nessa hipótese. Ora, a lagartixa é um descendente direto de algum dinossauro (no auge do meu conhecimento genético). Ai começa a grande questão.

Se você pensa como eu, que a lagartixa, a iguana e todos os da família dos lagartos tem alguma relação remota com os monstros antigos habitantes da terra, esse camarada, Jack Horner, tem muita coisa para lhe esclarecer.

De acordo com a minha garantia, Horner, que é paleontólogo nos EUA, Se alguém desenrolar para ele a bagatela de US$ 2 milhões, no máximo, em quatro anos, ele desenvolve um bicho com as características de um dinossauro. Peraí!!!! você agora se ajeitou na cadeira e pensou. Isso vai dá merda!

Mas se alguém já pensa dessa forma agora, espere até eu dizer qual é o bicho que meu jovem Horner, vai desenvolver com carateristicas de “Dino da Silva Sauro”. O bicho que ainda hoje guarda os genes dos antepassados caçadores da selva, o animal que carrega consigo o dna dos monstros selvagem do mundo antigo, o ser que é a porra. Isso mesmo a GALINHA!

Não eu não estou bêbado nem chapado, isso foi o grande Jack Horner que falou. E digo mais, depois de muita pesquisa. É isso ai minha senhora dona de casa, o animal mais próximo de um dinossauro é a galinha. E ponto Final. Na verdade, as aves em geral são os bichos que carregam a carga genética semelhante a dos dinossauros. Isso foi publicado na revista cientifica e tudo mais.

Na verdade, Jack Horner trabalha nessa área desde os anos 90 e já descobriu uma série de coisas. Uma delas, se utilizando da engenharia reversa, ele desconstruiu o dna das aves e diz ser algo parecido com o dos dinossauros. Repare no que ele disse: “Hoje sabe-se que os dinossauros não se extinguiram. Eles vivem entre nós na forma de aves”. E ainda tem mais: “As aves não tem nem dentes e nem calda, mas carregam os genes dos dinossauros”, cantarolou Horner.

E o pior, o grandissíssimo paleontólogo aqui citado, afirma que quando for possível recriar esse animal com características “híbridas”, Segundo ele um “galinhossauro” do tamanho de um peru, esse bichinho desenvolverá uma longa calda, dentes e até braços com garras de três dedos.
Olha ai! Que grande informação para sua vida. Coisa linda esse Brasil.

E o Sport heim!!! Mai rapai, Acho que o NE nunca viu uma coisa dessas.
E tem mais: Sport Decacampeão Pernambucano: 40 % Concluído.
É o que dizem por ai !!! Eu não sei não. Acho que o Ypiranga ou o Central tem chances de
desbancar o rubro-negro pernambucano nessa caminhada. Vamos ver!!!
Cadê teu senso e censo de humor?
Ihh!!!! Chora cavaco!
Então pronto cambada. Acabou essa porcaria!!!!!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Enquanto você paga, sua filha aprende na escola. Ôh! e Como.


http://www.dailymotion.com/video/x8jdgm_escuela-venezolana-pajarracoses_sexy


Recebi, recentemente, de um amigo esse vídeo (endereço a cima) por e-mail. Na verdade achei engraçado na hora em que vi o conteúdo. Não me impressionou tanto a feição dos garotos, nem mesmo a desenvoltura das menininhas. Mas o que me motivou a gastar alguns minutos aqui foi a resposta ao e-mail, enviada por outro amigo pai de uma filha.

Confesso que agora continuo a rir de canto de boca da situação, mas o assunto é sério. Peraí! A dança é muito intrigante por vários motivos. Primeiro, ninguém vê aquilo na escola? Segundo, onde essas meninas aprenderam a dançar aquilo? As respostas são tão fácies como inacreditáveis. Todos vêem, todos sabem, mas a mulher (ela mesmo) desde essa singela apresentação mostrada no vídeo, passando pela finalista do big brother e as musas do brasileirão, e chegando até as mesas de cirurgia para botar silicone nos peitos, na bunda, quem sabe na boca e na porta do céu. Se mostra cada vez mais vulnerável a essas pequenas falhas de comportamento.

Ora, me perguntarão se isso é falha de comportamento. Direi que sim, e explicarei. Nas antigas a história do “pêra, uva...salada mista”, era aceitável. O “se esconder” também. A brincadeira “do poço”, além de outras formas de diversão ampliadas para a participação de meninos e meninas era, de certa, forma dividida alegria. Digo, meninas queriam dar beijo em algum menino, então elas enrolavam os garotos (o que não é novidade para as moças) e, na brincadeira do poço e da salada mista principalmente, faziam os mais desafortunados de besta.

Pronto. Chegamos ao âmago da questão. Nessa ondinha ai de esfregar-se nos documentos do garotos que diabos uma menina dessa idade vai ganhar? Algumas agora estão pensando: O mesmo que os meninos. Um fulgor momentâneo de prazer. Eu agora respondo: Claro! Também acho que essas meninas estão todas loucas para deitar com esses meninos numa cama, na varanda ou na fazenda e saciar-se varando noites e madrugadas. Elas também sabem que esses garotos não precisam tanto das mãos para satisfazer seus desejos tão comuns à idade. Por que, naquele ritmo o menino ali já devia estar um tanto mais calmo para a outra aula. Mas, o que escrevi nesse texto é uma duvida que acometeu o meu nobre amigo(citado no início) e que recai sobre a resposta da pergunta do início deste parágrafo. O sexo é bom para ambos, mas se as filhas soubessem o que é ser pai, e se os filhos soubessem a diferença entre filho e filha dos outros, as coisas seriam... da mesma maneira. Eu acho!

Tricolores, Nádegas a declarar. Acabaram-se todas as suas desculpas e motivos para, ao embriagar-se (só nesse estado é aceitável), ter o que discutir com algum rubro-negro. Findou-se o que outrora chamaram de tabu, agora o santa tomou no..
Sem Rima!

E às Barbies, uma previsão. Segunda divisão.
Com Rima
Iiiiiiiiiiiiiihhhhhhhhhhh!!!!!!
Chora Cavaco!
Cadê teu senso e censo de humor?