
Diga lá! Como é que é! E ai Rapaziada! Voltando ao desinteresse público o Boola Preta está na Área. Depois de um longo período de férias forçadas vemos divagar aqui sobre algo que me chamou bastante a atenção nesses últimos dias. O caso é a liberação do diploma para o exercício da profissão do jornalismo.
Bicho, isso era pra parar redações por todo o país, apresentadores se negarem a apresentar seus respectivos telejornais, essas coisas. Tudo bem, parar redações pode ser demais, mas pelo menos algum pronunciamento de ojeriza a essa decisão é obrigação. Em minha opinião. Porém, não foi o que aconteceu! Alguém viu algum jornalista falar em seu próprio nome em algum canal de TV, rádio ou em algum jornal diário! Eu não vi!
Não e trata de defesa em causa própria, acontece que todas as profissões têm suas particularidades e os que as escolhem devem saber dos apetrechos básicos de uso de tal ferramenta. Brother, jornalismo não é arte, nem é brincadeira. O Supremo, congresso e todos que teimam em lutar desta forma arbitrária contra a imprensa atual que joga no ventilador todos os escândalos que por anos foram ocultados, esses camaradas vão se dar mal. Pode crer que vão!
O meu primeiro adorno é o seguinte: se você não gosta de estudar, nem de escrever, mas tem bunda e peitos belos (isso para as mulheres é claro) pronto! Antes lhe faltava 4 anos de desfile em universidades particulares, mas agora não lhe falta mais nada. Só pegar um senador de Alagoas, ter um filho com ele. E pronto! Na verdade, neste momento desisto de argumentar sobre o caminho masculino até as redações e TVs. Agora basta ser filho, sobrinho, cunhado, primo, ou até amigo do enteado do Sarney. Olha ai!
No mais, acho que essa passividade do jornalismo brasileiro abre lacunas para a ode à desonestidade e à incompetência que vamos acompanhar a partir de agora. Viva às Adrianes Galisteu e Renata Fun da vida, aos Robson Caetano e os Nelson Rubens. Vamos todos nos deixar levar pela idiotice e pela mediocridade da imprensa brasileira e seremos felizes nos nossos currais eleitorais. Nossos ou deles!!!!
Até!!!!
Bicho, isso era pra parar redações por todo o país, apresentadores se negarem a apresentar seus respectivos telejornais, essas coisas. Tudo bem, parar redações pode ser demais, mas pelo menos algum pronunciamento de ojeriza a essa decisão é obrigação. Em minha opinião. Porém, não foi o que aconteceu! Alguém viu algum jornalista falar em seu próprio nome em algum canal de TV, rádio ou em algum jornal diário! Eu não vi!
Não e trata de defesa em causa própria, acontece que todas as profissões têm suas particularidades e os que as escolhem devem saber dos apetrechos básicos de uso de tal ferramenta. Brother, jornalismo não é arte, nem é brincadeira. O Supremo, congresso e todos que teimam em lutar desta forma arbitrária contra a imprensa atual que joga no ventilador todos os escândalos que por anos foram ocultados, esses camaradas vão se dar mal. Pode crer que vão!
O meu primeiro adorno é o seguinte: se você não gosta de estudar, nem de escrever, mas tem bunda e peitos belos (isso para as mulheres é claro) pronto! Antes lhe faltava 4 anos de desfile em universidades particulares, mas agora não lhe falta mais nada. Só pegar um senador de Alagoas, ter um filho com ele. E pronto! Na verdade, neste momento desisto de argumentar sobre o caminho masculino até as redações e TVs. Agora basta ser filho, sobrinho, cunhado, primo, ou até amigo do enteado do Sarney. Olha ai!
No mais, acho que essa passividade do jornalismo brasileiro abre lacunas para a ode à desonestidade e à incompetência que vamos acompanhar a partir de agora. Viva às Adrianes Galisteu e Renata Fun da vida, aos Robson Caetano e os Nelson Rubens. Vamos todos nos deixar levar pela idiotice e pela mediocridade da imprensa brasileira e seremos felizes nos nossos currais eleitorais. Nossos ou deles!!!!
Até!!!!
